quarta-feira, 12 de abril de 2017

Dicas para Diminuir o Desperdício de Água




NA COZINHA

- Antes de lavar a louça, limpe pratos e panelas, deixe-os de molho.
- Feche a torneira enquanto ensaboa a louça;
- Deixe as verduras em água com um pouco de vinagre por alguns minutos antes de lavar;
- Utilize sabão ou detergente biodegradáveis, que não poluem os rios porque se decompõe mais facilmente.

JARDIM, QUINTAL E CALÇADA

- Ao lavar o carro use o balde com pano em vez de mangueira, procure lavar menos o carro, principalmente na época de falta de chuvas;
- Molhe a base das plantas e não as folhas;
- Não use mangueira para limpar a calçada e sim uma vassoura. Quando necessário, use um balde no final da limpeza.
NO BANHEIRO

- Feche a torneira enquanto escova os dentes, faz a barba ou ensaboa as mãos;
- Não tome banhos demorados, tente limitar a 6 minutos, desligue o chuveiro enquanto se ensaboa. Só ligue o chuveiro depois de tirar toda a roupa;
- Uma válvula de privada gasta muita água em um único aperto, não acione à toa e aperte somente o tempo necessário. Mantenha a válvula regulada.



NA LAVANDERIA

- Deixe a roupa acumular e lave tudo de uma vez;
- Se for lavar a roupa na mão, feche o tanque, coloque as roupas de molho em água e sabão e só use água corrente para enxaguar;
- Não use sabão em excesso para evitar maior número de enxágues;
- Reaproveite a água da máquina de lavar roupas para lavar o quintal.

VERIFIQUE OS VAZAMENTOS

- Verifique o vaso sanitário jogando cinzas no fundo da privada. Se houver movimentação é porque há vazamento na válvula ou na caixa de descarga;
- Para detectar vazamentos, como canos furados, mantenha os registros abertos e feche todas as torneiras e saídas de água do imóvel;
- Observe se não há manchas de umidade nas paredes.



Quanto Você Disperdiça de Água?




EVITE DISPERDÍCIOS

- Escovar dentes com torneira aberta = 80 litros;
- Lavar louça com torneira aberta = 100 litros;
- Lavar carro com mangueira em meia hora = 560 litros;
- Lavar calçada com mangueira = 280 litros;
- Banhos longos = 95 a 180 litros.

Curiosidades Sobre a Água

Agenda 21



Esta Agenda foi elaborada a partir de uma Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1992 no Rio de Janeiro. Os países que participaram desta Conferência, assinaram a Agenda 21 – Global – um programa de ação, baseado em um documento de 40 capítulos a fim de uma tentativa para realizar um padrão de desenvolvimento sustentável. O termo Agenda 21 foi utilizado no sentido de promover mudanças para o século XXI, visando atender às necessidades humanas, planejando o uso consciente dos recursos naturais para possibilitar o mesmo direito às gerações futuras. Baseados na Agenda 21 Global, todos os países que participaram da Conferência devem elaborar a Agenda 21 de acordo com suas necessidades, considerando as diferenças socioeconômicas e socioambientais. A Agenda 21 Brasileira é resultante de uma extensa consulta à população brasileira, é um instrumento fundamental para a construção da democracia e da cidadania ativa no país. Vale ressaltar também, que a construção da Agenda 21 Brasileira ocorreu de 1996 a 2002, coordenada pela Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável com atribuições a fim de propor estratégias de desenvolvimento sustentável. Desta forma, a Agenda 21 funciona como um guia eficiente para processos de união da sociedade, hoje é um dos grandes instrumentos de formação de políticas públicas no Brasil.



Esta  Agenda é baseada nas necessidades das cidades, consiste em um instrumento de planejamento de políticas públicas que envolve a sociedade civil e o governo em um processo extenso e participativo que consulta os problemas ambientais, sociais e econômicos locais, a fim de promover um debate que encontre soluções para estes problemas. Os principais desafios desta Agenda é desenvolver um planejamento voltado à ação compartilhada para uma visão de futuro entre todos os envolvidos a fim de estabelecer políticas públicas sustentáveis orientadas para harmonizar desenvolvimento econômico, justiça social e equilíbrio ambiental.



Legislação Brasileira sobre Educação Ambiental

Por que ser Sustentável?

Quando preservamos os Recursos Naturais promovemos a inclusão social e o bem estar econômico. 
Conciliando as necessidades econômicas, sociais e ambientais estamos garantindo tudo isto por tempo indeterminado.

8 Motivos para fazer a sua Parte

Quer um motivo para começar a sua Educação Ambiental??

1. É um processo permanente no qual os indivíduos e a comunidade tomam consciência do seu meio ambiente e adquirem o conhecimento, os valores, as habilidades, as experiências e a determinação que os tornam aptos a agir individual, coletivamente e resolver os problemas ambientais.

2. Possibilita a aquisição de conhecimentos e habilidades capazes de induzir mudanças de atitudes. Objetiva a construção de uma nova visão das relações do ser humano com o seu meio. A consolidação de novos valores, conhecimentos, competências, habilidades e atitudes refletirá na implantação de uma nova ordem ambientalmente sustentável.

3. Atua na sensibilização e na conscientização do cidadão, estimulando-o a participar dos processos coletivos.

4. Extrapola as atividades internas da escola tradicional, deve ser oferecida continuamente em todas as fases do ensino formal, envolvendo a família e toda a coletividade. A eficácia virá à medida que sua abrangência atingir a totalidade dos grupos sociais

5. Considera o ambiente em seus múltiplos aspectos: natural, tecnológico, social, econômico, político, cultural, moral, ético e estético. Deve atuar com visão ampla de alcance local, regional e global.

6. Tem um caráter permanente, pois a evolução do senso crítico e a compreensão da complexidade dos aspectos que envolvem as questões ambientais se dão de um modo crescente e contínuo.   

7. Atua diretamente na realidade das comunidades, visando a sua dimensão planetária (baseado no documento Educação Ambiental da Coordenação Ambiental do Ministério da Educação e Cultura).

8. Propõe-se que as questões ambientais não sejam tratadas como uma disciplina específica, mas sim que permeie os conteúdos, objetivos e orientações didáticas em todas as disciplinas.  

Os Objetivos da Educação Ambiental são...


 Ajudar a compreender com clareza a existência e a importância da dependência econômica, social, política e ecológica nas zonas urbanas e rurais.

 .Proporcionar para todas as pessoas a possibilidade de adquirir os conhecimentos, o sentido dos valores, as atitudes, o interesse ativo e as aptidões necessárias para proteger e melhorar o ambiente.

 Induzir novas formas de conduta relativa ao ambiente nos indivíduos, grupos sociais e sociedade no seu conjunto.

Efeitos Negativos do Nosso Modelo de Desenvolvimento

O modelo de desenvolvimento, desigual e esgotante dos recursos naturais, tem levado à produção de níveis alarmantes de poluição do solo, ar, água, destruição da biodiversidade animal e vegetal e ao rápido esgotamento dos recursos não renováveis em praticamente todas as regiões do globo.
Esses processos de degradação têm suas origens em um modelo complexo, predatório, de exploração e uso dos recursos disponíveis, em que os conceitos como preservação, desenvolvimento sustentável, igualdade de acesso aos recursos naturais e manutenção da diversidade das espécies vegetais e animais estão longe de serem realmente assumidos como princípios básicos norteadores das atividades humanas.
  

Qual a Importância da Educação Ambiental?

A população mundial tem mostrado que está cada vez mais consciente de que o modelo atual de desenvolvimento econômico está intimamente associado à degradação do meio ambiente, com impactos diretos na qualidade de vida e na própria sobrevivência da espécie humana. Isto se deve ao crescimento significativo dos movimentos ambientalistas e do interesse pela preservação ambiental. O modelo dominante de desenvolvimento visa o lucro e a produção de bens de consumo, resultando em uma concentração de poder com desigualdades sociais sem precedentes, além da perda acelerada das riquezas culturais e naturais que se formaram ao longo dos tempos. Diante destes problemas o homem se sente impotente para promover uma mudança dentro do seu cenário social. E é a partir deste contexto que a Educação Ambiental surge, pois ela vem para mostrar que o homem é capaz de gerar mudanças significativas ao trilhar caminhos que levam a um mundo socialmente mais justo e ecologicamente mais sustentável, trabalhando o lado racional a fim de ampliar o interesse e a participação de indivíduos em promover benefícios sócio-ambientais. O caminho da teoria à prática também requer uma série de posturas do ser humano, que por sua vez dependem de autoconfiança, orgulho, realização e dignidade. Os meios de levar o indivíduo a essas etapas de crescimento pessoal também fazem parte da Educação Ambiental.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Uso de Sacolas Plásticas

Elas levam 300 anos para se decompor mas há divergências sobre como lidar com isso As sacolinhas plásticas tem sua inegável utilidade no acondicionamento do lixo domiciliar. Mas uma grande parte deste material ainda vai para o aterro municipal por chegar muito suja à usina de triagem de recicláveis. Sabemos que o processo de produção de todo material sintético envolve o consumo de recursos naturais como água, petróleo, minerais diversos, dentre outros, e que contribuindo com o consumo excessivo destes materiais, estamos contribuindo com a exploração também excessiva dos recursos naturais. Assistimos todos os dias pela tv os resultados da exploração desenfreada destes recursos que já chegou ao ponto de alterar o clima do planeta. Mas parece lógico: aboli-las dos supermercados. Parece evidente, mas não é tão simples. Existem divergências ambientais, culturais e políticas sobre como eliminar esse problema. Conheça alguns argumentos: 👉 SIM, ABOLIR Em São Francisco, as sacolas de plástico foram banidas. Somente as feitas de produtos derivados do milho ou de papel reciclado podem ser usadas. Outra solução é a cobrança de uma taxa por sacola, como acontece na Irlanda desde 2002. O dinheiro é revertido em projetos ambientais. No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor - ou seja, uma sacola leva apenas três anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente essas sacolas. Muitos supermercados de Curitiba, onde se consomem 900 milhões de sacolas por ano, aderiram à novidade por conta própria. O Pão de Açúcar vende uma sacola feita de tecido semelhante ao usado em fraldas descartáveis por R$ 3,99 a unidade. A Casa Santa Luzia, de São Paulo, oferece sacos de papel kraft, duas a três vezes mais caros que as sacolas de plástico, informa a Gazeta Mercantil. Projetos de leis estaduais para substituir as sacolas de plástico pelas oxibiodegradáveis tramitam no Rio Grande do Sul, no Paraná e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a Assembléia Legislativa chegou a aprovar um projeto do deputado Sebastião Almeida (PT), que tornaria obrigatório o uso dos oxibiodegradáveis. "O ideal seria a troca, pura e simples, do material plástico por pano ou papel. Mas ao menos um composto oxibiodegradável poderia acelerar a decomposição de bilhões de toneladas que ficam no ambiente à espera da degradação", escreve Almeida em artigo na Folha de S.Paulo. 👉 NÃO ABOLIR A indústria do plástico publicou um informe nos jornais brasileiros na sexta-feira 5 de outubro. Diz o texto: "O plástico faz parte da vida contemporânea, é 100% reciclável e está em milhares de produtos. Sem ele, não haveria computadores, seringas descartáveis, bolsas de soro e de sangue para salvar vidas. O plástico tornou os automóveis mais leves, reduzindo a emissão de CO2, causador do efeito estufa. As sacolas plásticas são reutilizáveis, práticas, higiênicas e têm múltiplos usos. São particularmente importantes para 80% dos consumidores que fazem compras a pé ou de ônibus". Os fabricantes lançaram uma campanha. Eles se comprometem a produzir sacolas mais resistentes (para evitar uso em excesso e, com isso, reduzir o volume em 30%), estimular a utilização de sacolas plásticas de uso contínuo e desenvolver ações de educação sobre consumo responsável, coleta seletiva, reciclagem e utilização dos plásticos para a geração de energia. Pode-se dizer tudo dos sacos de plástico - menos que eles não sejam práticos. "Nunca imaginei que, depois de adulta, voltaria a jogar Escravos de Jó (brincadeira em que crianças passam objetos entre si) com freqüência", diz a repórter Cristina Amorim, de O Estado de S. Paulo. Ela descreve a dificuldade em acondicionar os produtos em sacolas de pano. As bananas não podem ficar sobre os tomates, e por aí vai. Com a mudança, diz, há outro problema: vão faltar sacos para descartar o lixo doméstico. O projeto de lei do deputado petista Sebastião Almeida, determinando o uso de sacolas oxibiodegradáveis em São Paulo, foi vetado pelo governador José Serra, do PSDB. Almeida diz que foi uma decisão política. Os tucanos dão argumentos técnicos. O aditivo que faz com que o plástico se degrade continuaria contaminando o ambiente por causa dos catalisadores empregados, derivados de metais como níquel e manganês. "A tecnologia permite que o plástico se esfarele em pequenas partículas até desaparecer a olho nu, mas continua presente na natureza", afirmou Xico Graziano, secretário estadual de Meio Ambiente, à Folha de S.Paulo. Nem Inglaterra nem Canadá, países que inventaram esse aditivo oxidegradável, adotaram a tecnologia. Por que, pergunta, o Brasil empregaria essa técnica? Com algumas mudanças de hábito podemos deixar de contribuir com a degradação ambiental ligada a produção e consumo deste material. Como era costume há alguns anos atrás, podemos usar bolsas não descartáveis trazidas de casa para fazer nossas compras. Podemos também aderir às propostas de separação de nosso lixo em reciclável e não reciclável, permitindo desta forma que um maior volume de plástico chegue ao galpão de triagem com condições de ser enviado para a reciclagem. Descartar hábitos antigos e assumir nova postura é necessário se queremos nos integrar à dinâmica que impõe ritmo à sociedade moderna.

Por Que Reciclar?

Reciclagem dos Materiais - PAPEL - VIDRO - METAL - PLÁSTICO - ORGÂNICO A reciclagem de papel economiza matéria-prima (celulose). A reciclagem de 1 kg de vidro quebrado (cacos) gera 1 kg de vidro novo, economizando 1,3 kg de matérias-primas (minérios). A cada 10% de utilização de cacos, há uma economia de 2,9% de energia. A reciclagem de alumínio economiza 95% da energia que seria usada para produzir alumínio primário. A reciclagem de lixo orgânico, por meio da compostagem, resulta em adubo de excelente qualidade para a agricultura. Uma única latinha de alumínio reciclada economiza energia suficiente para manter um aparelho de TV ligado durante três horas. 50 kg de papel reciclado evitam o corte de uma árvore de 7 anos. Cada tonelada de papel reciclado pode substituir o plantio de até 350 m2 de monocultura de eucalipto. Uma tonelada de papel reciclado economiza 20 mil litros de água e 1.200 litros de óleo combustível. A reciclagem de vidro diminui a emissão de gases poluidores pelas fábricas. A reciclagem do plástico impede um enorme prejuízo ao meio ambiente, pois o material é muito resistente a radiações, calor, ar e água. A cada quilo de alumínio reciclado, 5 kg de bauxita (minério com que se produz o alumínio) são poupados. A reciclagem de vidro aumenta a vida útil dos aterros sanitários e poupa a extração de minérios como areia, barrilha, calcário, feldspato etc. A reciclagem contribui para a diminuição do volume de lixo: o Brasil produz atualmente 240 mil toneladas de lixo por dia. Recoloca no ciclo de produção um material que pode contaminar o solo, a água e o ar. Dá a destinação correta ao produto que, caso contrário, é muitas vezes acumulado em infectos lixões. A reciclagem de papel gera milhares de empregos: dos catadores de papel aos empregados em empresas de intermediação e recicladoras. A reciclagem de plástico no Brasil gera cerca de 20 mil empregos diretos em 300 indústrias de reciclagem. No Brasil, estima-se que 100 mil pessoas vivam exclusivamente de coletar latas de alumínio para reciclagem, conseguindo um rendimento mensal, cada uma, de três salários mínimos.